domingo, 8 de fevereiro de 2015
5 coisas que os italianos dizem e eu não capisco
1 - Se você pegar frio na barriga, terá caganeira
Os italianos não podem ver alguém um pouco descoberto no inverno, para logo dizerem o quanto é importante proteger a pancia, para evitar o famoso cagotto. E não se intimidam ao usar a palavra caganeira com todas as letras.
2 - O ar condicionado na nuca ataca a cervicale
Dizem que pegar o vento do ar condicionado diretamente na nuca, faz com que você tenha uma tremenda dor de coluna.
3 - Coma um doce para pressão baixa
Se sua pressão baixar, os italianos te darão açúcar. Já os brasileiros te darão sal. Cadê a logica, gente?
4 - Muito banho resseca a pele
Não são todos que dizem, mas vários italianos já me disseram que tomar muitos banhos retira a proteção natural da pele. Não é uma afirmação tão absurda assim, mas também não acho que um banho por dia possa prejudicar tanto assim a cutis.
5 - Espere duas horas para dar um mergulho após as refeições
Essa também ouço muito no Brasil e já tentaram me convencer mil vezes de que faz sentido e pode ser perigoso se jogar na água após o almoço. Mas eu sempre fiz e nunca passei mal. Acho mais absurdo perder duas horas do meu verão. Não aconselho que se faça o mesmo, mas assumo o meu proprio risco.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
[Foto que conta história] #8: 2015 em 50mm
A [Foto que conta história] de hoje é bem recente. Quando 2015 começou, eu resolvi criar o meu próprio desafio (destinado a mim mesma! rs): fotografar somente com a lente 50mm e em modo manual sempre! #desafio2015em50mm Isso porque é a lente que mais exige o olhar apurado, que não tem foco automático (acoplado à minha camera) e que mais se aproxima à imagem vista pelo olho humano. Tem dado um trabalhão danado, principalmente se o personagem não para quieto, como esse abaixo. Mas o resultado é bem superior ao das outras lentes que possuo. Acontece de jogar
Quanto à personagem abordada, é uma gatinha (que temos chamado de Mia), que apareceu ha alguns dias na casa da minha mãe e, embora ninguém por aqui tenha muita intimidade com gatos (sempre tivemos cachorros), ela parece ter decidido que somos a sua família e não sai mais daqui. Pelo jeito, ainda não é adulta, e vive em uma carência só. Sempre nos seguindo e pedindo atenção através de miados indecifráveis.
Fotogênica ou não?
A série [Foto que conta história] surgiu quando eu estava organizando mais um back up e analisando as fotografias que fiz ao longo dos últimos anos. Fotografo incessantemente desde o inicio da faculdade (2003), mas não faz tanto tempo assim que começaram a me pagar por isso. Não foi só uma paixão que virou trabalho, mas também um hobby que nunca abandonei. Pensando nisso, resolvi criar essa série aqui no blog com fotos que fiz sem tanta pretensão, só mesmo para registrar o momento, mas que, toda vez que me deparo com elas, fazem-me reviver aquele momento em detalhes. Espero que gostem!
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terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Dia Internacional da Lembrança do Holocausto
No Dia Internacional da Lembrança do Holocausto todo o meu respeito às vítimas e familiares do maior genocídio cometido pelos nazistas e seus adeptos, que acabou com a vida de milhões de judeus durante a II Guerra Mundial.
27 de janeiro foi a data que, em 1945, marcou a liberação do maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau, pelas tropas soviéticas. O lugar, ainda hoje, carrega um clima pesado, de embrulhar o estomago.
[Turismando] em Roma #2
A segunda parte do [Turismando] em Roma diz respeito a uma atração que não pode faltar em roteiro algum: o Vaticano e, mais especificamente, a Capela Sistina. E digo isso mesmo se você não for católico. O Museu do Vaticano está entre os mais lindos que já vi na vida, se não for o mais lindo, e concentra as mais importantes obras de arte. Confia em mim: vale a pena dedicar algumas horas para essa atração!
Vaticano
É uma
loucura pensar que Roma abriga, em seu interior, um país que possui suas
próprias leis. O Vaticano, é o menor estado do mundo e totalmente independente
da Europa. Localiza-se no bairro do Prati, possui 836 habitantes e 44 hectares
delimitados por grandes muralhas. Ali dentro encontram-se também a praça e Basílica
de San Pietro, um complexo com diversos museus, conhecidos como Musei Vaticani,
ou Museus do Vaticano (cuja origem remonta ao século XVI, quando o Papa Júlio II
começou a colecionar esculturas).
Basílica de São Pedro
A Basílica
de São Pedro é onde o Papa aparece
para cumprimentar os fiéis e turistas de todo o mundo. Eu visitei o Vaticano em
uma quarta-feira de manhã e tive a oportunidade de ver o Papa discursando aos seus fiéis e acenando do seu
Papamóvel. Nos dias em que ele aparece, torna-se também mais difícil o acesso aos museus, devido à legião de fiéis aglomerados em todos os espaços.
A Basílica é a maior igreja do mundo com uma área de 23.000 m² e recebe mais de 60.000 pessoas, sendo considerada um dos lugares mais sagrados do Cristianismo. A igreja abriga o túmulo de São Pedro embaixo do altar principal. Muitos dos outros papas também estão enterrados ali, inclusive João Paulo II, o mais visitado e adorado até hoje.
Sua
construção começou em 1506 e terminou em 1626 e se deu, em parte, com o
dinheiro obtido pela venda de indulgências. Foi construída
no mesmo lugar onde São Pedro, um dos apóstolos de Jesus Cristo, o 1º Papa, foi
crucificado ou queimado.
A Praça de
São Pedro é aquela bem em frente à Basílica de São Pedro e foi projetada por
Bernini no século XVII, tendo como base o estilo clássico, e também o barroco.
Ao centro, existe um obelisco do Antigo
Egito, de 40 m de altura, incluindo a base e a cruz do séc. XIII a.C., e
foi trazido para Roma no reinado do imperador Nero.
Museu do Vaticano
O museu
é um dos mais importantes do mundo e divide-se por coleções de obras dos maiores
artistas. São inúmeras, enormes e maravilhosas salas. E a
principal fica mais no final da visita: a Capela Sistina, restaurada, para
apreciar as maravilhas de afrescos como o "Último Julgamento" de
Michelangelo. Lotada, e totalmente imperdível! Nessa sala, muitos guardas tentam limitar o numero de fotos e o uso do flash (que prejudica as obras), então é bom ficar atento e desligar o dispositivo para não sentir a "delicadeza" italiana retumbando bem no fundo dos ouvidos.
No interior
do museu, existem galerias dedicadas aos mais diversos estilos: arte etrusca, egípcia, uma seção dedicada a
tapeçarias dos séculos XV ao XVII, um conjunto de quatro salas decoradas por
Rafael (incluindo a clássica pintura Escola de Atenas) e outros pequenos museus
históricos e etnológicos.
Mas entre as partes mais significativas, a mais linda delas é mesmo a
Capela Sistina, cujos fantásticos afrescos no teto, retratando cenas do Gênese,
foram pintados por Michelangelo entre 1508 e 1512. A beleza é tamanha que as pinturas das paredes laterais,
feitas por mestres como Ghirlandaio e Botticelli, podem passar despercebidas. Lá estão os mais famosos afrescos de Michelangelo, como"A Criação de Adão". Na parede do fundo, um Jesus e a ira do Juízo Final.
Prepare-se para sair de lá com o pescoço duro, pois os afrescos do teto são simplesmente hipnotizantes! E tome cuidado para não trombar com outros turistas igualmente abobados. Além disso, esse é o lugar onde
conclaves se reúnem para a eleição do novos papas. As imagens presentes nesse espaço valem
todo o esforço para se chegar ao Vaticano: filas intermináveis, multidões de
fiéis e os preços dos ingressos. É simplesmente magico!
A Galeria dos Mapas é um longo corredor, decorado nas paredes e teto por cerca de 40 mapas produzidos por Ignazio Danti, representando os Estados Papais.
As Salas de
Rafael surgiram quando o mestre renascentista Rafael Sanzio foi incumbido pelo papa Júlio II
da redecoração de quatro aposentos. Entre os afrescos destaca-se A Escola de
Atenas, de 1511, que mostra uma cena onde estão retratados filósofos como
Aristóteles, Platão, Diógenes e Sócrates.
Para nao enfrentar as filas enormes para visitar o Vaticano, é possível comprar entradas para visitas guiadas pelo site Rome Museum. No último domingo do mês, a entrada é gratuita, dia em que museu abre excepcionalmente até as 12h30. É possível também comprar o ingresso na bilheteria do Museu ou online, clicando aqui. Existe também um tour VIP diário, pelo dobro do preço, para poucos participantes, em que é possível conhecer a Capela Sistina sem um mar de turistas (a entrada desse tour é liberada 15 minutos antes da entrada do restante do público).
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
[Foto que conta história] #7: Veneza
Já falei várias vezes por aqui que Veneza é a minha cidade preferida na Itália. A cada vez que que a visito me sinto dentro de um filme de época. Dentro de um sonho realizado. Dentro daquela Itália com a qual tanto sonhei. Difícil descrever. Mesmo porque, cada uma das cinco vezes que estive por ali, encontrei emoções, paisagens e estações diferentes. A foto de hoje foi feita em agosto de 2011, quando passei um final de semana por lá para visitar a Bienal de Artes. Quando tudo estava incrivelmente colorido pelos dias de sol e flores na janela e eu nao conseguia parar de fotografar! Mais alguém já esteve por lá? O que achou?
Para ver todos os posts sobre Veneza, clica aqui.
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Foto: Cristina Mereu
A série [Foto que conta história] surgiu quando eu estava organizando mais um back up e analisando as fotografias que fiz ao longo dos últimos anos. Fotografo incessantemente desde o inicio da faculdade (2003), mas não faz tanto tempo assim que começaram a me pagar por isso. Não foi só uma paixão que virou trabalho, mas também um hobby que nunca abandonei. Pensando nisso, resolvi criar essa série aqui no blog com fotos que fiz sem tanta pretensão, só mesmo para registrar o momento, mas que, toda vez que me deparo com elas, fazem-me reviver aquele momento em detalhes. Espero que gostem!
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Itália Romântica: Lucca
Para começar a semana bem inspirados, mais um registro da série Itália Romântica, em que divido com vocês pequenos flagras nesse que é um dos países mais românticos do mundo. A foto de hoje foi feita em Lucca, na Toscana, numa tarde de outono de 2013, em que o friozinho começava a invadir parques e praças e essa se tornava uma bela desculpa para um chamego mais demorado.
Foto: Cristina Mereu
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Diferenças culturais | Estudar na Itália
Muita gente me escreve perguntando como é estudar na Italia. Por isso, resolvi listar as principais diferenças culturais que encontrei fazendo o master em Milão.
Horário integral
O meu curso
de pós graduação, chamado de master na Itália, era realizado 3 vezes por semana
em horário integral, com uma hora de intervalo para almoço. Muitos outros
cursos de pós graduação têm aula todos os dias em horário integral, o que pode
ser bem corrido e pesado já que, ao final do curso, são realizadas as provas de
todas as matérias que, não têm necessariamente a ver com o conteúdo apresentado
em sala de aula e são baseadas sim em livros que o aluno tem de ler
paralelamente a todas as outras atividades (provas, projetos, estágios, etc). Isso quer dizer que, além do tempo de estudo na universidade, em casa ainda tem mais algumas horinhas de muita dedicação.
Muitas matérias, muitos professores e poucos
alunos
Os
conteúdos são dividios em módulos e
muitos deles duram duas ou três aulas/dias. Depois disso, muda-se o modulo e
mudam-se os professores. Ou seja, quando você está começando a se acostumar com
a pessoa, ela não volta mais à sala de aula. E chega mais novidade.
As turmas, geralmente, têm no máximo 30
alunos. A minha tinha somente 12 (mas que, na Itália, corresponde a 50, pois
todo mundo fala junto, muito e alto. Ahaha!).
Tratamento formal
Professor é
tratado sempre na terceira pessoa. Existe uma diferença bem grande no modo de
tratamento entre aluno e professor e isso exige muita atenção na hora de conjugar
os verbos. Além disso, incluem-se mais “por favor, com licença, com a sua
permissão e me desculpe” como interlocuções. Tudo muito respeitoso e com o devido distanciamento.
Notas
As provas
valem 30, a media é 18 e, se você for muito bem, pode tirar "30 e
lode", que seria o nosso 10 com louvor. Ou seja, você brilhou, parabéns!
Pode sambar!
Exames orais
As provas
finais podem ser escritas e orais. Mas, quase sempre, a oral não falta. No meu
caso, fiz prova oral de TODAS as matérias. Não tive a sorte de nenhum professor
abrir mão dela. Funciona assim: o professor marca o dia e a sala, chama cada
aluno na ordem em que preferir, alfabética ou não, e o aluno tem um tempo
estipulado para desenvolver um argumento baseado nas perguntas do professor
que, por sua vez, faz referencias aos livros recomendados previamente.
A prova é
feita face a face com o professor e, geralmente, com toda a classe como plateia
sentadinha atrás de você. Em uma
palavra? PÂNICO.
Eu nunca
havia feito prova oral na universidade antes. É uma sensação alucinante ter que
assimilar conteúdo, idioma e estabilidade emocional, já que é muito importante
conseguir passar confiança.
Segunda chance, recuperação ou “appello”
Caso o
aluno não consiga a média suficiente para passar (isola, batendo na madeira três vezes, por favor), pode marcar uma segunda
chance nos próximos meses, de acordo com o calendário da universidade. E passar por tudo isso novamente.
Tese
Após as
provas, o aluno prepara uma “tesi”, ou “tesina”. Nada muito grande. A minha foi
de 30 paginas. Cada aluno tem um orientador à disposição, para auxiliar no
desenvolvimento do tema, na disposição dos capítulos e nas eventuais correções.
Acho
importante dizer que se tem de levar em consideração que escrever 30 paginas em
linguagem acadêmica em outra língua é bem diferente de escrever em sua própria
língua. E isso interfere diretamente no tempo de dedicação aos estudos e no
nível de estresse físico e emocional da pessoa.
No final do
curso, faz-se a apresentação final. O aluno fala por 15 minutos, (podendo contar
com um suporte multimídia - videos, slides, etc), e uma banca
examinadora avalia e questiona o trabalho. Mais uma vez, os colegas compõem a plateia,
acompanhados também de seus familiares e amigos.
Estágio obrigatório
O meu curso previa um estágio obrigatório de 3 meses. Na Itália, é difícil encontrar estágios remunerados. Eu tive sorte e fui bem exigente, pois: 1 – por principio, não trabalho grátis, 2 – estava bem longe de casa, pagando aluguel caro e me mantendo sozinha, portanto não podia me dar ao luxo de trabalhar grátis, nem mesmo se quisesse (mas eu não queria! Ahaha!), 3 – queria ter uma experiência realmente legal e coerente à minha área, 4 – não brinco em serviço! Ahaha!
A própria Università Cattolica di Milano oferece auxilio na busca por estágio e tem um setor responsável por isso. Eles tem contatos com as maiores marcas e também com alguns programas de tv, revistas e jornais. O pessoal desse setor oferece suporte na elaboração do currículo, da carta de apresentação e em toda e qualquer orientação vocacional, como já falei em post sobre o estágio que fiz na Ralph Lauren. Para saber mais sobre esse estágio, clica aqui!
Mais alguém passou por uma experiencia parecida e notou diferenças culturais? Conta ai nos comentarios!
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
[Turismando] em Roma #1
Apesar de ter sido umas das primeiras cidades que conheci na Itália, ainda não havia escrito sobre Roma por aqui. Talvez porque seja uma cidade tão magnifica, que fica difícil descrever somente com palavras e fotos. Talvez porque sejam tantas atrações, monumentos e particularidades, que eu não sabia como me organizar pra dividir isso tudo com vocês. Mas talvez seja também pelo fato de se tratar de uma cidade assim importante, que seria injusto um post incompleto ou que não transmitisse o que é essa cidade. E o que é essa cidade, minha gente?!
Estive lá em 2009 e em 2011 e diria que são precisos ao menos quatro dias para começar a entende-la e ver os seus principais pontos turísticos. São monumentos, fontes, parques, castelos, ruinas e historia por todos os lados. É como desbravar os livros de historia da sétima série ao vivo ou mergulhar em uma outra época que mistura também elementos modernos, como o metro e os ônibus. De qualquer maneira, se tem uma cidade que não pode faltar em qualquer roteiro à Itália, essa cidade certamente é Roma.
Na minha segunda vez ali pegamos um daqueles ônibus city tour (vermelhinho de dois andares, que tem em quase toda cidade, sabe?). Eu peguei esse ônibus em Roma, Florença e Budapeste e tenho que confessar que é uma ótima ideia! Isso porque você paga cerca de 20 euros pelo bilhete que vale todo o dia (dessa vez, peguei um de 48h) e ele oferece um percurso que passa por todos os pontos turísticos da cidade. A vantagem é que você pode descer e permanecer em determinado ponto o quanto quiser e, depois, pegar um outro ônibus da mesma companhia e seguir o percurso. Isso me ajudou a não perder nenhuma atração na cidade e otimizar meu tempo, já que geralmente faço muita coisa a pé e Roma tem realmente muita coisa para ver debaixo de um sol escaldante no verão. Outra vantagem é poder ouvir o áudio guia (disponível em quase todas as línguas) e conhecer a historia de cada ponto turístico em detalhes.
Coliseu
Uma das primeiras atrações em minha lista foi o Coliseu: imponente, majestoso e histórico. O coliseu é uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno. Começou a ser construído no ano 72 d.C pelo imperador Vespasiano e foi concluído por seu filho Tito em 80. Originalmente conhecido como Flavian Anfiteatro, o Coliseu foi construído com 80 entradas arqueadas, permitindo fácil acesso a 55 mil espectadores sentados. para assistirem aos gladiadores, normalmente escravos, prisioneiros de guerra ou condenados e animais selvagens como leões e tigres. A platéia vibrava e gritava. O monumento se encontra ao leste do Fórum Romano.
Aconselho que antes de entrar no Coliseu, você pegue o áudio guia, disponível em diversos idiomas, para escutar as varias curiosidades do local. A que mais me marcou foi, com certeza, o fato de o monumento também ter sido utilizado para batalhas navais. No seu interior foram organizados as chamadas “naumachie”: a arena era enchida de água, barcos e navegantes para a disputa de verdadeiras batalhas navais. Em seguida, a água era escorrida graças a poços internos.
Fontana di Trevi
Esse é meu ponto preferido na cidade! De dia, de noite, de madrugada... é sempre linda! A maior e mais famosa fonte de Roma, construída em 1735 pelo arquiteto Salvi na época do papa Clemente XII. Foi na Fontana di Trevi que Anita Ekberg se refrescou junto a Marcello Mastroianni no filme "La Dolce Vita”, de Frederico Fellini. Cena clássica e inesquecível!
Dizem que jogar uma moedinha na Fontana faz com que você volte à cidade mais vezes. Comigo funcionou! Mais alguém já tentou?

Vittorio Emanuelle
Esse maravilhoso monumento foi inaugurado no século 20, em homenagem ao primeiro Rei e unificador da Itália, Vittorio Emanuelle. O local é lindo e oferece uma das melhores vistas da cidade. Paga-se cerca de 10 euros para subir até último andar e eu garanto: vale a pena!
Piazza Navona
A Piazza Navona é uma das praças mais famosas de Roma, muito visitada tanto de dia quanto à noite, sempre lotada de turistas, restaurantes com mesas ao ar livre, artistas fazendo retratos e também alguns vendedores ambulantes. Na praça é possível admirar imponentes fontes como a Fontana dei Quattro Fiumi, esculpida por Bernini entre 1648 e 1651.
Desde 1920 é o endereço da Embaixada do Brasil em Roma, no Palácio Pamphili, construído em 1644.
Transporte
Metrô: O metrô de Roma é fácil de usar, embora eu tenha tido uma péssima impressão e utilizado apenas uma vez. Achei meio sujo, escuro e velho, mas estava acostumada com o padrão milanes e optei por ver a cidade do alto para admirar melhor a cidade.
De qualquer maneira, é preciso ficar atento como em toda cidade muito turistica.
O metrô romano apenas duas linhas: A e B, que atravessa a estação Termini.
Há trens das 5:30 h às 23:30 h todos os dias. Aos sábados até às 24:30h.
O ônibus 590 segue a mesma rota da linha A do metrô.
[Continua...]
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