quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Feliz Natal!
Desejo que vocês tenham um Natal com muita saúde e amor e possam celebrar essa festa junto àqueles que amam! Feliz Natal, gente!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
DIY: guirlanda de Natal
As festas de fim de ano vem chegando e aquela vontade de decorar a casa também. Por aqui, mamãe resolveu inovar, com uma ideia reciclável, criativa e super facil de fazer! Essa guirlanda de Natal é feita com rolinhos de papel higiênico e num instantinho fica pronta. Vem ver!
- De 10 a 20 rolinhos de papel higiênico (dependendo do tamanho que você quiser a sua guirlanda);
- Um laço, bolas e enfeites de Natal
- Tinta spray (aqui foi usada a dourada);
- Tesoura:
- Cola.
Mode de fazer:
- Corte os rolinhos de papel higiênico em tiras;
- Espere secar e cole-os formando um circulo;
- Pinte-os com a tinta spray;
- Acrescente os enfeites.
Simples assim!
Achei a ideia ideal para quem mora sozinho, mas nao quer deixar o Natal passar em branco ou mesmo para quem quer simplesmente enfeitar a casa sem gastar muito. E vocês, o que acharam? Ja enfeitaram a casa pras festas de fim de ano?
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
[Foto que conta história] #4: Viena
Minha [Foto que conta história] de hoje tem gostinho de sonho realizado após muuuito tempo de espera. Ela foi feita em 2012, em um fim de tarde em Viena, primeira etapa do meu mochilão pelo Leste Europeu de trem. Eu sonhava em conhecer a cidade desde que vi Antes do Amanhecer pela primeira vez e não via a hora de poder conferir ao vivo todo aquele romantismo austríaco. Violinistas, carruagens e casais apaixonados em cada esquina. Um verão inesquecível, como aquele de Jesse e Celine. Luzes e atmosferas indescritíveis, que nenhuma fotografia, infelizmente, é capaz de retratar em sua totalidade. Entendi porque o Leste é o destino de tantos casais em lua de mel e cenário para filmes que nos marcam por toda a vida.
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sábado, 13 de dezembro de 2014
Meu look: Orobianco bag e calor em BH
A cada vez que retorno à BH, fico com vontade de fazer turismo, como se fosse a minha primeira vez aqui. Rever praças, museus e monumentos que sempre fizeram parte dos meus dias, mas que, de alguma maneira, agora vejo de modo diferente. Depois de cinco anos na Itália, Belo Horizonte parece mais colorida do que nunca. Com o clima mais perfeito do universo: calor, seco, vivível e quase estável, se nao fossem pelas tempestades tropicais típicas desse período.
As tardes parecem feitas exatamente para esquecer-se que se está em meio ao caos de uma grande cidade de cinco milhões de habitantes e me levam sempre à alguma praça para assistir o sol que desce devagar em meio aos montes.
Para esse dia de sol escolhi um look leve e confortável com a bolsa Orobianco, que tem me acompanhado onde quer que eu vá. Sua capacidade realmente me conquistou! Além da cor e do material resistente.

Ogni volta che torno alla mia città mi viene voglia di far turismo come se fosse la mia prima volta qua: rivedere piazze, musei e monumenti che hanno sempre fatto parte delle mie giornate ma che in qualche modo vedevo in maniera diversa. Dopo cinque anni in Italia, Belo Horizonte mi sembra più colorata che mai. Con il clima più perfetto dell'universo. caldo, secco, vivibile e quasi stabile, se non ci fossero le tempeste tropicali tipiche da questo periodo. I pomeriggi sembrano fatti apposta per scordarmi che sono in mezzo al caos di una città da 5 milioni di abitanti e mi portano sempre da qualche piazza per assistere il sole che scende piano piano in mezzo ai monti.
Per questa passeggiata ho scelto di indossare un outfit leggero e comodo con la borsa Orobianco che ormai mi segue ovunque vada. La sua capienza mi ha conquistato! Ma anche il suo colore bordo e il suo materiale resistente.
Camisa, saia e sapatilhas: Jey
Bolsa: Orobianco
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Morrendo de amores: trailer de “O Pequeno Príncipe”
O trailer de “O Pequeno Príncipe” foi divulgado ontem pela Paramount Pictures da França, e eu já não vejo a hora de poder assistir! (Sim, sou mais uma das inúmeras fans do princepizinho e da obra de Antoine Saint-Exupéry). O video mostra as primeiras imagens da adaptação para os cinemas do clássico infantil (embora eu nunca tenha considerado o livro como realmente infantil. A cada vez que leio me pergunto se uma criança entenderia tantas lições de vida ali presentes).
Além de tudo já ser suficientemente lindo (porque se trata do Pequeno Príncipe e porque se trata de animação - duas coisas que amo!), tem mais algumas curiosidades que gostei muito de saber: uma delas é que a dublagem da raposa é feita pelo James Franco (suspiros) e outra é que a trilha tem Lily Allen, que canta “Somewhere Only We Know”, do Keane. No mais, ainda tem muita gente boa entre os dubladores, como Rachel McAdams, Mackenzie Foy, Jeff Bridges (piloto), Marion Corillard (Rosa) e Benicio Del Toro (cobra). A direção é de Mark Osborne, mesmo diretor de “Kung Fu Panda”.
Confira o trailer apertando o play!
A estréia da animação nos Estados Unidos está prevista para outubro de 2015. E ainda não se sabe quando chegará aos cinemas brasileiros.
Quem mais ficou animado com essa novidade?!
A minha Prada pago eu
Pelo
direito de conquistar minhas próprias coisas com o dinheiro, fruto do meu
trabalho, sem precisar do cartão de um macho provedor (ou de qualquer outra pessoa)
Certa
vez, meu chefe contou-me que na noite anterior havia jantado em um dos
restaurantes mais chiques da cidade, onde se deparou com uma mesa de cinco ou
seis mulheres sozinhas, que se
divertiam felizes, com suas taças de pro seco e suas bolsas Prada, em plena
noite de segunda-feira. Segundo ele, gastando todo aquele disparate com o
cartão dos maridos.
A
primeira pergunta que me veio foi: por que elas não poderiam estar gastando seu
próprio dinheiro? Quem garante que elas não fossem gerentes da inúmeras
multinacionais presentes na cidade? Por que, em pleno 2014, uma mulher com
dinheiro, que se diverte com as amigas, precisa, necessariamente, ser julgada
como aproveitadora?
Diante
da minha pergunta, sua expressão foi de: “até parece! Se via que não que era o
caso”. O que me irritou ainda mais. Essa falta de credibilidade que a figura
feminina ainda representa, para algumas pessoas, é algo que me causa uma enorme
revolta. Como se não fôssemos capazes de conquistar sucesso pessoal e
profissional por nossos próprios méritos.
O
machismo está presente em minha vida como o pão em minha mesa. Desde sempre. Do
tratamento recebido em casa, se comparado aos meus irmãos, à diferença salarial
ou à minha voz que não foi escutada durante uma reunião, mesmo que a ideia dada
fosse sensacional e só considerada quando proposta, meia hora depois, por um
colega homem e, por isso, mais merecedor de credibilidade. Viver isso todo dia
é revoltante, embora até eu mesma tenha levado um certo tempo para entender que
não, não é justo e não tem que ser assim. Tornar-me feminista foi então
inevitável. E totalmente necessário.
Fato
é que o machismo me cansa. O machismo me enoja. O machismo me deixa, cada vez
mais, intolerante. A ponto de abrir uma discussão com o chefe. Alguém a quem
devo respeito, por mais que suas colocações me façam querer vomitar.
Em
Milão, na agencia de comunicação em que trabalhava, éramos muitas mulheres,
lideradas por chefes extremamente machistas e costumávamos frisar que uma
mulher, por mais que seja boa no que faça, precisa ser melhor que o homem,
naquela mesma função, ao menos 10 vezes, para ter metade do reconhecimento que
ele recebe. (Fora isso, “precisamos” fazer também muitas outras coisas, não
destinadas a eles. Como ser mãe, amante, feminina, prendada, bonita, magra e gostosa).
Ao
mesmo tempo, é o mais completo paradoxo pensar que em quase todas as empresas
nas quais trabalhei, tive chefes mulheres. Inteligentes, independentes e
competentes. Mas ainda assim pouco verossímeis. Mulheres que poderiam bancar
sua própria Prada, seu próprio pro seco e, sobretudo, mulheres nas quais me
espelho.
Uma
delas costumava dizer que “não basta ser, tem que parecer”. Guardei muito bem
essa frase. Não é uma questão de competir com o homem. Não é isso o feminismo.
É uma questão apenas de ser respeitada, ouvida e não ser prejulgada. É uma
questão de mostrar o nosso valor doa a quem doer e mostrar que podemos jantar
“sozinhas”, apenas umas com as outras, no melhor restaurante da cidade sem que
um macho patrocine.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
[Foto que conta história] #3 VicenzaOro
No inicinho da faculdade de jornalismo, eu achava que queria trabalhar no caderno policial. Mas bastaram algumas visitas à delegacia e outras subidas aos morros de BH para me lembrar que pisciano não consegue não sofrer com o sofrimento do outro. Ou seja, aquilo realmente não era pra mim e eu não podia continuar gastando metade do meu salário com a terapia. Daí me apaixonei pela Itália, pela fotografia, pela sociologia, pela antropologia e fui para Milão para juntar tudo isso num pacotinho só. Mas dai a vida me deu uma rasteira e me jogou com tudo na moda. Assim, de para quedas. Escolhendo por mim, sem que eu pudesse me dar conta, totalmente crua, que aquilo juntaria um monte de coisa que gosto, em um só trabalho. E por isso, a minha 3° foto da sessão [Foto que conta história] é de trabalho. Pois hoje o meu trabalho é ver e registrar coisas lindas pelo mundo, pra depois contar como foi. Com palavras e imagens. Continuo sem poder pagar a terapia, mas vejo coisas lindas o tempo todo. Foto feita em Vicenza, em 2014, em uma das maiores e mais importantes feiras de jóias do mundo, a Vicenzaoro.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Voltar pro Brasil é:
- Ser considerada metida por esquecer algumas palavras e expressões em
português;
Para algumas
pessoas, é difícil levar em consideração que você passou os últimos anos da sua
vida falando e raciocinando todo o tempo em outra língua. E isso incluía trabalhar,
estudar, namorar, mandar e-mails, negociar com o gerente do banco, pedir
aumento ao chefe, escolher planos de celular, internet, moradia, consultar o médico, pedir refeições, etc... Durante todo esse tempo a sua língua nativa
passa a ser praticamente a sua segunda língua, já que é usada somente em poucos
momentos do seu dia a dia, para falar com família e amigos brasileiros.
- Não saber mais como fazer certos
procedimentos e trajetos;
Ha anos você não
passa mais pelas mesmas ruas. A cidade mudou, as preferencias e rotatórias também.
Outras coisas continuam as mesmas, mas como é que eram mesmo?
- Ouvir amigos e parentes comentarem que você
está sotaque estrangeiro;
O português ficou
destreinado. Por muito tempo você usou estruturas diferentes para construir
frases. Expressões do pais adotado entraram para o seu cotidiano e tomaram
conta de tudo. Até as piadinhas só fazem sentido no segundo idioma. Calma, com
um pouquinho de tempo e paciência, tudo volta ao normal.
- Escutar comentários como: "La fora
é tudo melhor, né?"
Não, gente! Como tudo na vida tem
seu lado positivo e negativo, morar no exterior também. Outros países podem oferecer serviços e
paisagens incríveis, mas o mesmo também acontece por aqui. Não deixe o
pessimismo tomar conta de você, pois nem sempre a grama do vizinho é mais
verde. É preciso olhar tudo muito de pertinho para se notar belezas e defeitos
de cada cultura e nação. Na dúvida, pondere.
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