terça-feira, 30 de setembro de 2014

Top 5: batons preferidos do momento




Houve um tempo em que eu usava sempre o mesmo tom de batom. Um marronzinho que não me deixava errar: era perfeito para o meu tom de pele. Mas, ultimamente, notei que tenho variado mais e vim aqui dividir com vocês aqueles que mais tenho usado.






Kiko 909
Quando comprei, achei que fosse um vermelho um pouquinho mais aberto. Mas bastou passar a primeira vez para me convencer que esse vermelho escuro, meio bonina, combina com meu tom de pele. Sou bem fiel à marca por motivos econômicos, mas também pela relação qualidade/preço. Sua cobertura é cremosa e sua durabilidade mediana.







Mac Speak Louder
Esse ganhei de presente e, embora nunca tivesse pensado em usar um rosa forte assim, gostei do resultado. Com certeza, confere um certo poder à make. A cobertura é ótima e também é super cremoso.












Gloss Chanel Rouge Allure 60
A cor é um tom de vermelho que adoro. E varia um pouco de acordo com a quantidade que você passa e com o batom que você pode aplicar de base. Esse gloss é super cremoso, mas exige um certo cuidado para não sair manchando tudo e todos.













Kiko 96
Esse batom é um nude puxado pro amarelo/dourado. Super clarinho e discreto. Poderia ser mais cremoso e eu ainda nao entendi como se dividem as linhas de batom da marca. Pois já dei sorte de comprar alguns super cremosos e outros bem secos. Esse é mediano.









Kiko 92
Esse nude é mais puxado para o rosa e tem uma cobertura boa. Nada de extraordinário O melhor é que os batons da Kiko são super baratinhos e vivem em promoção. Diferente do anterior, o Kiko 92 é mais cremoso.











E vocês, também tem um Top 5 de batons? Quais são?

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Itália Romântica: Asinara

Segunda é dia de inspiração por aqui. Para começar bem a semana, mais um registro da série Itália Romântica, em que divido com vocês pequenos flagras nesse que é um dos países mais românticos do mundo. A foto de hoje foi feita nessa pequena ilha pequena ilha pertencente a Sardenha, Asinara, durante as férias de agosto em  2011. 
A propósito, você pode conferir os posts sobre a minha ilha do coração clicando aqui.


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

[Micos da Cris] De onde você é?


Eu havia acabado de chegar à Italia e as aulas não haviam começado ainda. Fui à universidade acertar algum detalhe e a coordenadora do curso resolveu me apresentar uma das outras estrangeiras do curso: Anna, uma russa. Para puxar papo, perguntei de onde ela vinha e ela me respondeu "Mosca", eu entendi "Moscova" (uma das paradas do metro em Milão) e respondi: "Então viemos de lugares próximos!" Todos riram com um ar de "claro que Russia e Brasil são mesmo muito próximos" e fiquei um tempo sem entender o porquê, mas Mosca em italiano, quer dizer Moscou.  
Quén quén quén quén quén...

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Achado: Ksenia Schnaider


Conheci Ksenia Schnaider fazendo a cobertura de uma dessas feiras de moda na Italia (ou na França, nao me lembro) e logo me apaixonei por suas peças. A marca é um estúdio independente fundado em 2011 pela estilista ucraniana Ksenia Marchenko e o designer gráfico russo Anton Schnaider.

Em um momento político extremamente delicado para as duas nações de origem de seus criadores, a marca, ainda pouco conhecida, começou a conquistar o mundo com a sua coleção de inverno em 2013, em que seus suéteres e camisetas apresentavam a palavra  “CORRUPTION”.

A marca tenta trabalhar de forma consciente, constantemente nos perguntando "Por quê?" E "Por que razão?", de modo que nada apareça em seus projetos sem uma razão.














Fotos: reprodução
Confira o site da marca aqui.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Cinco destinos fora do comum na Itália

Quem acompanha a pagina do blog no Facebook (vem, gente!) viu que há alguns dias saiu no portal E-Dublin um post meu sobre Cinco destinos fora do comum na Itália. Como o post é um resumão desses cinco destinos, resolvi reproduzi-lo por aqui também, colocando ao fim de cada texto, o link que remete ao post completo de cada destino, para se aprofundar mais no assunto.
Espero que gostem!


1) Sardenha

Trata-se de um dos destinos mais belos e procurados durante o verão na Europa. E onde eu tenho a sorte de passar as minhas férias desde que vim morar na Itália, graças ao meu querido avô, que me deixou de herança origens e parentes mais que especiais residentes nesse paraíso. Aqui você encontra todo tipo de turismo: para quem procura badalação, o melhor destino é a Costa Esmeralda. Já quem quer adicionar pitadas de cultura e história às férias de verão, não pode deixar de conhecer a capital da ilha, Cagliari. E para os aventureiros não faltam opções: acampamentos, mergulho, agriturismo, grutas, parques ecológicos e muito contato com a natureza.



Para ver todos os posts sobre a Sardenha, clique aqui.


2) Cinque Terre

Roteiro famoso entre os turistas que vem visitar a Itália de junho a setembro ou aqueles que escolhem o pais para a viagem de lua de mel, as Cinque Terre são cinco cidadezinhas (Riomaggiore, Corniglia, Manarola, Vernazza e Monterosso) construídas sob as montanhas da Liguria, em terras íngremes de frente a um mar transparente e um cenário totalmente surreal.


Desde 1997, o Parque Nacional das Cinque Terre é território protegido da UNESCO. Durante o verão, torna-se impossível acessar a área de carro. Opte pelos trens. Eu comecei o meu roteiro partindo de La Spezia. Segui a Via dell'Amore e fiz a trilha 2 por entre as montanhas contando sempre com uma paisagem maravilhosa.

Para ver o post completo sobre as Cinque Terre, clique aqui.


3) Puglia


Apúlia (Puglia, em italiano) é uma região no sul da Itália, bem ali no salto da bota, com 4 milhões de habitantes. A região faz fronteira com as regiões Molise, Capania e Basilicata e, ao sul, com o Mar Jônico e, a oeste e norte, com o Mar Adriático. A capital é Bari, mas o meu destino foi Lecce, com cerca de 800 mil habitantes.
Eu me apaixonei pela cidade. Além do centro histórico ser lindo, a cidade é grande e moviemntada. Muita gente nas ruas tomando sorvete, batendo papo e se organizando em direção ao jantar ou à balada da noite. Pertinho de Lecce, fica Gallipoli. Uma das praias mais bonitas e frequentadas da Itália no verão.

Para ver o post completo sobre a Puglia, clique aqui.

4) Como

Como é uma cidadezinha a 50km de Milão, que oferece belas paisagens às margens de seu lago. É possível notar que o cenário já é bem menos italiano, pois a cidade faz fronteira com a Suíça e de lá é possível admirar os Alpes Suíços. É um ótimo roteiro para passar o dia, se você parte de Milão, além de baratinho, já que a passagem de trem custa em torno de 4 euros.
As principais atrações turísticas da cidade são o Duomo, uma das maiores catedrais da Lombardia, o Castelo Baradello, os passeios de barco pelo lago e o funicular, em funcionamento desde 1894, que leva a uma outra cidade, chamada Brunate, de onde é possível admirar a vista panorâmica da cidade.

Para ver o post sobre Como, clique aqui.

5) Bolonha

Bolonha é a capital da região Emilia Romanha. Uma cidade universitária, com vasta programação cultural e uma vida noturna extremamente movimentada. No centro histórico da cidade, você encontra as duas torres, que são o símbolo da cidade: a Torre degli Asinelli, com 97 metros, é a torre inclinada mais alta na Itália, e a Torre de Garisenda, com 48 metros de altura. E haja escada até chegar ao seu pico! Prepare-se para subir muitos degraus e perder o fôlego com a vista linda lá de cima.


Além das torres, no centro histórico você também encontra uma das principais atrações turísticas da cidade, a Piazza Maggiore, que hospeda a sexta maior igreja no mundo. Em estilo gótico e imponente, a Basílica de Petronio foi construído a  entre 1390 e 1659.
Dica: confira o que a noite bolonhesa tem a oferecer. São mil opções de barzinhos e baladas para todos os gostos e quase nenhuma delas cobra entrada. Vale a pena entrar, nem que seja pra sair depois e entrar na próxima.

Para ver o post completo sobre Bolonha, clique aqui.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Itália Romântica: Veneza

Para inspirar esse inicio de semana, mais um registro da série Itália Romântica, em que divido com vocês pequenos flagras nesse que é um dos países mais românticos do mundo. A foto de hoje foi feita às margens do Canal Grande em Veneza, durante a Bienal de Arte, em 2011.
A propósito, você pode conferir os posts sobre a Bienal e sobre essa cidade linda clicando aqui.


quinta-feira, 24 de julho de 2014

Vem, mas vem de peito aberto

Lecco, 2011

Há meses comecei a participar de alguns grupos no Facebook sobre brasileiros na Itália, na Europa, no exterior, etc, e, desde então, tenho observado todas as discussões que aparecem por lá. Tem um pouco de tudo, desde onde comprar couve até pedidos de ajuda, troca de informações, anuncio de aluguel e mais uma infinidade de coisas. Mas o que mais me chamou atenção é que quando compartilho algum post relacionado à Itália, com curiosidades culturais, lugares legais para conhecer ou situações engraçadas que já vivi desde que moro aqui, surge sempre alguém revoltado. Alguém contando experiências ruins, alguém magoado com o jeitinho nada delicado do italiano, alguém que talvez não tenha encontrado aqui o que esperava. Sei bem que a vida não é um mar de rosas e que, em algum momento, é normal que algo dê errado. A minha vida não é perfeita e a sua provavelmente também não é. Mas ao ler esse tipo de comentário, em que tentam rotular a Itália ou os italianos de alguma forma, eu fico profundamente magoada da mesma forma que fico quando alguém reclama do brasileiro ou do Brasil.

Detesto generalizações, mas mais que isso, acho que cada um vê aquilo que quer ver. E toda vez eu pergunto a mim mesma: será que essa pessoa realmente se preparou e se informou para estar aqui? Com que olhos ela está olhando a Itália?

Digo isso porque acho que ter tido um primeiro contato com italianos no Brasil (meus professores de curso) foi essencial. Ali mesmo entendi que alguns comportamentos, não são grosserias, mas simplesmente o jeito deles. E nisso tudo, ser de humanas e ter tido uma base de antropologia só me ajudou a não julgar precipitadamente certos hábitos. O que pode parecer normal para mim, também pode ser estranho aos olhos dos outros. Um exemplo simples é o ato de assoar o nariz em público que, no inicio, me incomodava muito. Mas depois de um tempo, comecei a concordar que mais nojento ainda é fungar, puxando a coriza pra dentro. Uma coisa que, além de nojenta, me deixava com uma baita dor de cabeça, quando estava gripada e repetia o ato várias vezes.

O bidê também era um mito. Algo que eu usava para lavar os pés, uma peça de roupa à mão, encher o balde, mas nunca para a finalidade para a qual foi criado. Mas depois que me rendi, não troco aquela sensação de refrescancia intima por nada, principalmente nos dias do ciclo.

A franqueza italiana também já me contaminou e, embora, como boa mineira que sou, eu ainda tente falar tudo de um jeitinho delicado que amenize certas situações, há momentos em que não tem jeito. Preciso dizer com todas as letras o que quero e o que não quero. Ninguém nunca morreu por isso.

O que que quero dizer é que quando você emigra disposto a entender as diferenças culturais que existem entre povos de outros países, provavelmente você vai aprender e amadurecer muito mais. Todos os nossos costumes fazem muito sentido para nós, mas não quer dizer que sejam "corretos" ou únicos ou que não existam outros tão legais quanto. E de uma coisa eu tenho certeza: tudo vai ser mais divertido, se você se permitir dar uma chance, seja para experimentar novos sabores, pensar de outra maneira ou correr o risco de fazer diferente. O mais difícil, que era sair do paìs e deixar tanta coisa pra trás, já foi feito. Agora falta só sair da caixinha. Garanto que vale a pena.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Meu look: uma bolsa, quatro maneiras de usar

Ja comentei várias vezes por aqui que, em Milão, trabalhava em uma agencia de comunicação, cheia de mentes jovens e criativas. Dias desses, soube que um colega havia uma nova criação e não via a hora de poder compartilhar com vocês.



Trata-se de Akyba, uma bolsa muito versátil, que pode ser usada como mochila, tiracolo, traspassada ou shopper e possui bolsos internos e fivelas que possibilitam seu uso como voce preferir.

O grande diferencial de Akyba é a sua capacidade de se adaptar às necessidades da ocasião. A bolsa é feita em couro genuíno, produzida totalmente por artesãos italianos, e usando o mínimo de costuras.

Suas alças e detalhes em couro são feitos a partir de materiais reciclados de grandes produções. O resultado, obtido em diferentes tiragens, faz com que existam variações de cor e limites de disponibilidade. O que tornam as peças ainda mais exclusivas.

Você pode conferir o site da marca aqui, onde também é possível adquirir a sua.













Vestido: Luva de Pelica
Bolsa: Akyba
Relógio: Timex
E aí, o que acharam?