Seja pelo fato de trabalhar com
comunicação há quase 10 anos, seja pelo fato de desde o inicio estar cercada de designers, seja por ter me aventurado também por essa área, ou seja pelo fato de viver em um país que valoriza extremamente o
design e a
beleza em geral, eu me sinto sempre ligada a ele.
(Mas isso vocês já devem ter percebido a cada vez que enlouqueço quando começa a #designweek e o Festival do Design Publico em Milão, né? Quantas coberturas eu já fiz pro blog?)
Nos tempos de
Google Reader (ainda não superei o seu fim, quem já?), a minha aba de mais conteúdo era sempre essa. Embora o jornalismo, a fotografia e a moda também não ficassem muito atrás. Será culpa do
irmão publicitário, que sempre ilustrou muito e acabou me influenciando. Mas há algo de
fascinante nessa área que me faz acompanhar exposições de arte contemporânea sempre que posso. Que me faz entrar em museus de quadrinhos, de embalagens, de móveis ou de designers do mundo inteiro.
Por isso, quando descubro um novo artista que me faz
entusiasmar pelo trabalho que faz, ganho o meu dia. E hoje, logo pela manhã, eu senti exatamente isso quando conheci
a pagina de Carol Rossetti. Um misto de entusiasmo, fascínio e admiração (e um certo orgulho ao descobrir que a moça também é de Belo Horizonte). Carol é uma designer gráfica e ilustradora que, através do seu trabalho,
quebra paradigmas, abordando temas polêmicos como o aborto e a imposição de estereótipos, sobretudo, às mulheres. Confira aqui um pouquinho do trabalho dela:
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