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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Everything happens for a reason

Foi um 2014 que passou em minha vida

Acho que se eu tivesse que batizar um novo furacão, eu o chamaria de 2014. Ainda não sei definir como foi esse ano, mas sei que ele foi forte. Mas forte mesmo. O que teve de bom, foi extremamente bom. E o que teve de ruim, foi bem ruim. Tanto que muita coisa eu ainda estou tentando digerir ainda hoje.

E não sei explicar muita coisa do que aconteceu. Eu estava construindo uma nova vida, um novo trabalho e novas relações do outro lado do mundo e, de repente, como em uma catapulta, fui lançada aqui. Pelos motivos mais chatos, que incluíam idas intermináveis ao hospital e noites mal dormidas. Graças a uma equipe médica competente, uma família unida e um pai atleta, está tudo bem agora, mas eu ainda não sei o que fazer com isso tudo. Algumas construções continuam erguidas, mas grande parte delas também foram ao chão. Levando-me junto. Doeu muito e ainda dói. Por mais que aquela vozinha continue dizendo que eu não deva parar de tentar, eu me consenti um tempo de altas aqui, onde é meu porto seguro.  


O foco tem sido o lado bom de cada acontecimento e a palavra do momento tem sido gratidão. Tenho agradecido todos os dias que tudo tenha acontecido da melhor maneira possível e ainda bem que existe o Ano Novo para nos fazer refletir e tentar entender. Ainda bem que existem novas chances e novas esperanças

2015 será o sexto ano em que dividimos esse espaço. Além de muitas experiências, aventuras e narrativas, então, gostaria de agradecer a companhia e desejar que tudo de melhor se realize pra você! Que possamos continuar juntos por aqui e que não nos falte inspiração e ânimo para continuarmos nos levantando!

Feliz 2015! 

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

A minha Prada pago eu


Pelo direito de conquistar minhas próprias coisas com o dinheiro, fruto do meu trabalho, sem precisar do cartão de um macho provedor (ou de qualquer outra pessoa)


Certa vez, meu chefe contou-me que na noite anterior havia jantado em um dos restaurantes mais chiques da cidade, onde se deparou com uma mesa de cinco ou seis mulheres sozinhas, que se divertiam felizes, com suas taças de pro seco e suas bolsas Prada, em plena noite de segunda-feira. Segundo ele, gastando todo aquele disparate com o cartão dos maridos.

A primeira pergunta que me veio foi: por que elas não poderiam estar gastando seu próprio dinheiro? Quem garante que elas não fossem gerentes da inúmeras multinacionais presentes na cidade? Por que, em pleno 2014, uma mulher com dinheiro, que se diverte com as amigas, precisa, necessariamente, ser julgada como aproveitadora?

Diante da minha pergunta, sua expressão foi de: “até parece! Se via que não que era o caso”. O que me irritou ainda mais. Essa falta de credibilidade que a figura feminina ainda representa, para algumas pessoas, é algo que me causa uma enorme revolta. Como se não fôssemos capazes de conquistar sucesso pessoal e profissional por nossos próprios méritos.

O machismo está presente em minha vida como o pão em minha mesa. Desde sempre. Do tratamento recebido em casa, se comparado aos meus irmãos, à diferença salarial ou à minha voz que não foi escutada durante uma reunião, mesmo que a ideia dada fosse sensacional e só considerada quando proposta, meia hora depois, por um colega homem e, por isso, mais merecedor de credibilidade. Viver isso todo dia é revoltante, embora até eu mesma tenha levado um certo tempo para entender que não, não é justo e não tem que ser assim. Tornar-me feminista foi então inevitável. E totalmente necessário.

Fato é que o machismo me cansa. O machismo me enoja. O machismo me deixa, cada vez mais, intolerante. A ponto de abrir uma discussão com o chefe. Alguém a quem devo respeito, por mais que suas colocações me façam querer vomitar.

Em Milão, na agencia de comunicação em que trabalhava, éramos muitas mulheres, lideradas por chefes extremamente machistas e costumávamos frisar que uma mulher, por mais que seja boa no que faça, precisa ser melhor que o homem, naquela mesma função, ao menos 10 vezes, para ter metade do reconhecimento que ele recebe. (Fora isso, “precisamos” fazer também muitas outras coisas, não destinadas a eles. Como ser mãe, amante, feminina, prendada, bonita, magra e gostosa).

Ao mesmo tempo, é o mais completo paradoxo pensar que em quase todas as empresas nas quais trabalhei, tive chefes mulheres. Inteligentes, independentes e competentes. Mas ainda assim pouco verossímeis. Mulheres que poderiam bancar sua própria Prada, seu próprio pro seco e, sobretudo, mulheres nas quais me espelho.

Uma delas costumava dizer que “não basta ser, tem que parecer”. Guardei muito bem essa frase. Não é uma questão de competir com o homem. Não é isso o feminismo. É uma questão apenas de ser respeitada, ouvida e não ser prejulgada. É uma questão de mostrar o nosso valor doa a quem doer e mostrar que podemos jantar “sozinhas”, apenas umas com as outras, no melhor restaurante da cidade sem que um macho patrocine.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

[Foto que conta história] #3 VicenzaOro

No inicinho da faculdade de jornalismo, eu achava que queria trabalhar no caderno policial. Mas bastaram algumas visitas à delegacia e outras subidas aos morros de BH para me lembrar que pisciano não consegue não sofrer com o sofrimento do outro. Ou seja, aquilo realmente não era pra mim e eu não podia continuar gastando metade do meu salário com a terapia. Daí me apaixonei pela Itália, pela fotografia, pela sociologia, pela antropologia e fui para Milão para juntar tudo isso num pacotinho só. Mas dai a vida me deu uma rasteira e me jogou com tudo na moda. Assim, de para quedas. Escolhendo por mim, sem que eu pudesse me dar conta, totalmente crua, que aquilo juntaria um monte de coisa que gosto, em um só trabalho. E por isso, a minha 3° foto da sessão [Foto que conta história] é de trabalho. Pois hoje o meu trabalho é ver e registrar coisas lindas pelo mundo, pra depois contar como foi. Com palavras e imagens. Continuo sem poder pagar a terapia, mas vejo coisas lindas o tempo todo. Foto feita em Vicenza, em 2014, em uma das maiores e mais importantes feiras de jóias do mundo, a Vicenzaoro.


Para ver mais sobre Vicenza, clique aqui.
Para ler mais sobre meu trabalho, clique aqui e aqui.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Voltar pro Brasil é:


- Ser considerada metida por esquecer algumas palavras e expressões em português;
Para algumas pessoas, é difícil levar em consideração que você passou os últimos anos da sua vida falando e raciocinando todo o tempo em outra língua. E isso incluía trabalhar, estudar, namorar, mandar e-mails, negociar com o gerente do banco, pedir aumento ao chefe, escolher planos de celular, internet, moradia, consultar o médico, pedir refeições, etc... Durante todo esse tempo a sua língua nativa passa a ser praticamente a sua segunda língua, já que é usada somente em poucos momentos do seu dia a dia, para falar com família e amigos brasileiros.

- Não saber mais como fazer certos procedimentos e trajetos;
Ha anos você não passa mais pelas mesmas ruas. A cidade mudou, as preferencias e rotatórias também. Outras coisas continuam as mesmas, mas como é que eram mesmo?

- Ouvir amigos e parentes comentarem que você está sotaque estrangeiro;
O português ficou destreinado. Por muito tempo você usou estruturas diferentes para construir frases. Expressões do pais adotado entraram para o seu cotidiano e tomaram conta de tudo. Até as piadinhas só fazem sentido no segundo idioma. Calma, com um pouquinho de tempo e paciência, tudo volta ao normal.

- Escutar comentários como: "La fora é tudo melhor, né?"
Não, gente! Como tudo na vida tem seu lado positivo e negativo, morar no exterior também.  Outros países podem oferecer serviços e paisagens incríveis, mas o mesmo também acontece por aqui. Não deixe o pessimismo tomar conta de você, pois nem sempre a grama do vizinho é mais verde. É preciso olhar tudo muito de pertinho para se notar belezas e defeitos de cada cultura e nação. Na dúvida, pondere. 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

5 perguntas [e respostas] sobre o blog

E eis que a fofa da Manu me propôs responder a essa TAG já faz algum tempo e eu finalmente consegui me organizar por aqui. A proposta da TAG é super legal pois ajuda a conhecer um pouquinho mais sobre cada blog e seu autor, além de estabelecer laços entre blogueiros! :)


As perguntas que a Manu me mandou foram:

Por que você decidiu criar o blog?
Decidi criar o blog para compartilhar a minha experiência de estudar e morar na Itália, pra onde fui em 2009 (e onde estive desde então), para fazer uma pós graduação em comunicação, moda e turismo. Mas também queria listar os procedimentos para se obter tanto uma bolsa de estudos, quanto a cidadania italiana, sem precisar pagar pela assessoria de ninguém. Informações que, quando busquei, eram muito precárias. Eu também adorava a ideia de ter um espaço onde eu pudesse ajudar pessoas que estavam na mesma situação que eu. Além disso, a moda era um setor completamente novo pra mim e me sentia privilegiada de estar aprendendo tanto justamente na capital mundial da moda. Era tanta coisa boa acontecendo ao mesmo tempo que eu precisava dividir! E o blog foi o modo que encontrei para isso.

Seus propósitos com o blog já mudaram desde que você o criou?
Acho que não. Acrescentei alguns temas, como os posts sobre turismo e fotografia. Mas os objetivos ainda são os mesmos.

Você já teve algum problema por causa do blog (privacidade, comentários negativos-ofensivos, fofoca, etc)? Se sim, como você reagiu?
Que eu me lembre não. Mas eu nem sou tão acessada assim, rs.

O que o blog te trouxe de bom?
O blog me trouxe leitores fofos que compartilham comigo suas experiencias. O maior orgulho é escutar deles que servi de inspiração, de incentivo e de esperança - que através da minha historia eles viram que é possível realizar o sonho de estudar em outro pais com pouca grana e muita determinação.

Qual post te deu mais orgulho em ter escrito?
Difícil citar um só. Gosto muito do post em que listei as diferenças culturais entre brasileiros e italianos, pois foi um dos que mais gerou participação por aqui e rendeu boas risadas.

Gosto também dos post  mais instrutivos como:
Documentos e práticas necessárias para se estudar na Italia,
Ser jornalista [fora do Brasil]

Ou mais reflexivos como: Consumismo responsável existe?

Mas gostei também de relembrar a minha trajetória na Ralph Lauren, foi bem gostoso de fazer.

E de contar os meus micos na Italia.

Bom, é isso! Agora vocês já sabem um pouquinho mais de mim!

Convido as amigas Isadora e Aury a participar da TAG ;)
Agradeço a Manu pela indicação e espero que tenham gostado!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Coisas sem as quais eu não vivo

Essa tag ja ta rolando ha algum tempo e o post semi-pronto nos meus rascunhos há varias semanas. Aqui seguem algumas coisas sem as quais eu não vivo. E que fique claro que são coisas, gente! Senão o post ia ficar super emotivo e digno de lágrimas, se eu começasse a enumerar familia, amigos, amor, diversão e viagens. Na verdade, eram pra ser 10 coisas, mas acabei passando um pouquinho e falando de 12. Vem comigo!

Tecnologia
Seja por trabalho ou por lazer, confesso que fico sem rumo sem tecnologia. Sou dependente do GPS, do Whatsapp, do Instagram, etc. E acaba que tudo isso também faz parte do meu trabalho, então mesmo se eu quisesse me desintoxicar, acho que seria meio difícil.

Café
Alguém conhece outra forma eficaz de se começar o dia? Além de ser uma boa maneira de me despertar, aqui na Italia, o café é fundamental nas relaçoes sociais. é aquele momento em que voce encontra o amigo num bar para bater papo, é aquela pausa com um colega no trabalho para relaxar um pouco, é aquela desculpa pra puxar papo com alguém... Enfim, mil e uma utilidades e também aromas e sabores.


Fotografia
Ela foi ficando cada vez mais presente em minha vida antes mesmo das aulas de fotojornalismo na faculdade. Do Fotolog ao Instagram. Dos aniversarios dos sobrinhos às viagens. Dos eventos às matérias jornalísticas. Dificilmente voce vai me ver por ai sem a minha Reflex. Senão, pode ter certeza que estou munida ao menos da Lomo ou do Iphone (e suas lentes).


Livro de cabeceira
O titulo varia muito, mas eu adoro ler. Não so livros, mas tudo o está ao meu alcance (e ao alcance do meu astigmatismo! hihi). Agora por exemplo, comprei essa coletania de autores russos e estou adorando! Tem Puškin, Gogol’, Turgenev, Dostoevskij, Tolstoj, Bulgakov e Šalamov, tudo em um livro sò! 

Bloquinhos e canetas
Mania de jornalista, eu sei. Mas mesmo com toda a tecnologia do mundo, me sinto desarmada se nao tenho ao menos um bloquinho e uma caneta na bolsa! O problema é que nunca é so um! Ahaha!

Esmaltes
Eu me sinto desarrumada sem esmaltes e acho mais facil sair de casa sem certos acessórios do que sair de casa com as unhas sem pintar, é um vicio. A maioria deles é bem parecida entre si e a escolha vai de acordo com a fase em que estou, mas variam em tons de vermelho, vinho, rosa, preto, azul, roxo e verde.

Bijouterias
Tai outra coisa que é difícil ficar sem. Simplesmente porque elas tem o poder de mudar a cara de qualquer produção. 

Remedinhos
Essa é a minha caixinha de remédios básicos. Dor de cabeça, colica, dores musculares, rinite, gripe, sinusite... Mas dai, depois que fiz a foto, descobri uma cestinha na cozinha com vários outros: dor de garganta, xarope, digestivos... Hipocondriaca sim, mas sò um pouquinho!

Batons
Essa é uma nova mania, confesso. Nao me sinto tao estranha sem batom, mas ultimamente peguei gosto pela coisa e ando até arriscando novas cores. Depois quero fazer um post mostrando cada um deles! 

Minha necessaire
Difícil viver sem tudo que cabe aqui dentro. Assim como é difícil ter dignidade para sair de casa de manha sem esses produtinhos.  

Piscina
Eu passei a minha infancia me divertindo muito em piscinas. Nao so me divertindo, mas também nadando "seriamente" ahaha. Aqui em Modena ainda nao achei uma piscina pra frequentar em todas as épocas do ano e chego a sonhar que estou nadando! Sinto muita falta e nao vejo a hora de voltar a nadar!

Óculos e lentes de contato
Nao precisa de muita explicação, né? O meu grau nem é tao forte assim, mas fiquei dependente desde que me apresentaram às lentes de contato e pude enxergar um mundo muito mais a foco do que aquele que eu tinha conhecimento. Agora como viver sem?

E voces, sem o que nao vivem sem?

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Estudando fotografia


Na aula

Uma das primeiras coisas que fiz quando cheguei em Modena, foi começar um curso de fotografia. Ha tempos queria fazer um curso completo. Na faculdade, tive um semestre de fotografia e me apaixonei! Revelamos filmes em camera escura, tivemos noção de enquadramento, velocidade de diafragma, iso, diferença de lentes e cameras, dentre outras coisas. O problema é que na época eu nao tinha uma camera em que eu pudesse controlar todas essas funções e, com o tempo, fui perdendo essas noções. Quando eu finalmente comprei a minha primeira camera Reflex, eu ja nao me lembrava quase nada.

O fotografo Luigi Ottani

Por muito tempo, usei a camera em automatico, o que é um verdadeiro pecado quando se tem uma ferramenta dessas em maos. Comprei algumas lentes ao longo desses anos e, de vez em quando, tentava umas fotos no modo manual. Sempre fotografei muito e sentia que havia todas as ferramentas em maos, mas me faltava conhecimento, pratica, disciplina e empenho. Senti falta da teoria, do dominio sob cada funçao e me coloquei a assistir a alguns videos no Youtube (que lindo esse compartilhamento de informação e conhecimento!). E finalmente, quando cheguei aqui, soube da oportunidade imperdivel de fazer um curso com o fotografo Luigi Ottani.

Arriscando umas fotos com a camera do professor

O curso tratou das noções básicas da fotografia até o uso do Photoshop e, no final, fizemos um passeio fotografico em uma estação ferroviaria da região para colocarmos em pratica o que aprendemos nas aulas. O resultado do meu humilde aprendizado voces conferem agora:







Servindo de modelo pros colegas =P

Em fevereiro, começo na mesma escola um curso de Ligthroom, um programa qua ja uso ha alguma tempo para tratamento de imagem mas que quero aperfeiçoar simplesmente por adorar tratar fotos! Estou super entusiasmada para tirar as minhas duvidas e continuar fotografando muito. Depois mostro mais para voces! ;)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

De volta à Milão

Semana passada eu decidi ir até Milão me encontrar com as meninas da minha antiga casa, a Casa Piola. Apos o meu retorno, Piera e Selena ja tinham vindo me visitar em Modena, mas faltava reencontrar Julia, que agora estuda na Alemanha e vem à Italia somente em raras ocasiões para visitar a familia e o namorado. E foi uma dessas oportunidades que eu não poderia desperdiçar para finalmente rever as minhas tão queridas amigas de Milão.

Confesso que ao rever essa paisagem, que durante quatro anos da minha vida foi tão habitual, as lagrimas escorreram incessantemente. Não sei explicar a emoção que me invadiu, mas posso dizer que ter morado aqui com certeza me transformou.
Um dos motivos das lagrimas foi pensar em tudo que aprendi por aqui, todas as pessoas que conheci, tudo que enfrentei sozinha e o quanto eu cresci. Mas a emoção foi também por estar de volta apos tão pouco tempo, sendo que, quando fui embora, não imaginava que voltaria tão cedo a esse pais que eu gosto tanto.
Me senti sortuda por ter tido oportunidades tão raras, por ter encontrado pessoas tão especiais e por ter aproveitado tudo da melhor maneira que eu podia. Cinco anos atras eu não podia imaginar o quanto seria feliz em Milão e hoje eu sò tenho a agradecer.
Muita gente defende que Milão não é um bom lugar para se viver, mas eu não consigo não sorrir ao chegar nessa cidade. Além de acha-la linda, tem esse sentimento inexplicável que ela me desperta a cada vez que eu chego aqui. 

Não tive muito tempo para fazer tudo o que eu gostava de fazer por aqui, mas deu para rever os meus pontos turísticos preferidos, caminhar pelas lojas do centro, ver uma mostra de fotografia, tomar um chocolate quente na Grom e voltar a pé até a Casa Piola, jantar com as amigas italianas, lanchar com as amigas brasileiras no dia seguinte e distribuir muitos abraços por onde passei.

Tudo isso misturando o gostinho de um passado bem vivido, um presente cheio de saudade para matar e uma super ansiedade quanto ao futuro que está apenas me apresentando, mais uma vez, um mundo de novas possibilidades.
Com a sorte de poder contar com velhas companhias tão queridas.

Com os arancini siciliani di Carmelo.
Com o Strudel na sobremesa, tipico da região da Julia.

E entender que mesmo não estando mais na mesma casa, mesmo com a distancia e com o novo rumo de nossas vidas, a amizade permanece a mesma!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Fashion Tea com Carla Gozzi

Quem mora na Italia, com certeza ja viu o programa de Carla Gozzi "Ma come ti vesti?!", em que ela e outro apresentador, Enzo Miccio, buscam, a cada episodio, ajudar uma pessoa a identificar o seu proprio estilo, valoriza-lo e explora-lo da melhor forma possível. O formato é quase o mesmo daqueles programas americanos que vimos na tv a cabo, como What Not to Wear, mas o diferencial está nas dicas dos experts Made in Italy sobre moda e elegancia.

A partir do programa, foi criado também um espetáculo teatral com muitas dicas de moda e interação com o publico. Na peça, Carla aborda temas recorrentes ao universo feminino como, por exemplo, o que vestir no primeiro encontro.

Na tarde de ontem, Carla reuniu algumas blogueiras para um chá super gostoso com muito bate papo sobre o universo das fashion bloggers na sede em que ministra cursos de moda, em Reggio Emilia, na Italia. Oportunidade boa para trocar informações e conhecer gente bacana. Apos o encontro, pudemos conferir o backstage da produção e também o espetáculo. Se voce estiver de passagem pela Italia nos próximos meses e tiver interesse, fique atento à agenda da apresentadora disponível em seu site.





Momento tiete:


Carla com todas as blogueiras :



O meu look pro encontro:
Eu e a querida blogueira brasileira, Auri, do The Suit for me:

Nos bastidores do teatro: